sexta-feira, 3 de outubro de 2008

DINÂMICA DE GRUPO


Se você gosta de dar aulas criativas e dinâmicas, aí estão algumas sugestões. Apliquei nas aulas de Ensino Religioso e Artes (6º, 7º, 8º e 9º ano) eles amaram!


Abraços!



Dinâmica: Dinâmica do Amor
Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.

Material: papel (coração), revista, cola e tesoura.


Procedimento: Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Fianlmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho."
Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruido que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra.


Contribuição enviada pela usuária: Tereza Cristina da Silveira Carvalho - Professora- Goiânia- GO

Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”
Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção.

Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)


Procedimento: 1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual. 2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara. 3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar. 4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado. 5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atraz de sua máscara... 6. Abrir para discussões no grupo. 7. Fechamento da vivência. Esta dinâmica foi baseada na teoria de Vygotsky, visando o processo criativo, através da representação, para a formação da subjetividade e intersubjetividade do indivíduo. Aplicada ao público a partir de 9 anos


Contribuição enviada pela usuária: Taise Helena soares da Costa - RJ – RJ

Dinâmica: “dos problemas”
Material: Bexiga, tira de papel

Procedimento: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O o facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfretamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta:1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para todos os problemas, para mostrar que não é tão dificil resolvermos problemas quando estamos juntos. Ele perdirá aos participantres que estorem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranquilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc...(as palavras devem ser feitas de acordo com o seu objetivo.


Contribuição enviada pela usuária: Carminha Braga - Franca

Dinâmica: "Cabra cega no curral"
Objetivo: Proposta da atividade: e fazer com que o grupo se conheça de modo divertido, principalmente os alunos vindos de outras escolas.

Material: Pedaço de papel em branco, caneta, saco plastico, pano preto para cobrir os olhos e cadeiras.

Procedimento: Escreva tarefas para serem realizadas pelos alunos; recorte-ás e as coloque dentro de um saco plástico para serem sorteadas; faça um círculo com as cadeiras e coloque os alunos nas mesmas; escolha o primeiro participante e coloque o pano sobre os seus olhos; coloque-o dentro do círculo e movimente-o de modo que perca a direção inicial; o aluno deverá ir para qualquer direção de modo que encoste em outra que estará sentada, esta não deverá sair do lugar. O participante que for tocado, deverá se apresentar e sortear uma tarefa a ser realizada por ele mesmo; o participante que já foi tocado não poderá repetir, de modo o que todos participem.Contribuição enviada pelo usuário: Hudson Azevedo Pinheiro- Duque de Caxias – RJ

Dinâmica: " das diferenças "
Material: Pedaço de papel em branco, caneta

Procedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro.


Contribuição enviada pela usuária: Maria Apasrecida Fontes Martinez - Curitiba

Dinâmica: "Auxílio mútuo"
Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vidaMaterial: Pirulito para cada participante.

Procedimento: Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de é ajudando ao aoutro que seremos ajudados.Contribuição enviada pela usuária: Marta Cristina Nonato Marques- Governador valadares – MG

Dinâmica: Medo de Desafios
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD). Procedimento: Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente dificil ou vergonhosa). Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a múica for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia. Contribuição enviada pela usuária: Kelma de Freitas - Fortaleza,Ceará e Brasil

DINÂMICA: FRAGILIDADE DA FLOR

Material: Papéis coloridos (A4)
Objetivo: Falar de sentimentos, de amizade, da importância de cooperar e se ajudar. Podemos conversar sobre o planeta, o meio ambiente amassado e desprotegido da ação do bicho homem. Qual “flor ” você poderia dar a esse planeta ? O que fazer para que ele não seja mais tão destruído ? Como agir e como não agir ? Como retirar coisas boas de um ambiente degradado ?Sendo sensíveis e respeitando as diferenças entre as turmas, pode-se adaptar as dinâmicas para outros objetivos. Trabalhar o auto conhecimento na adolescência - educação sexual. Na hora de trocar as flores, cada aluno tinha que falar o que mais gostava em si mesmo e o que não gostava. Leva-se mais tempo assim.

Procedimento:

Essa dinâmica só “funciona” com alunos maiores - à partir de 13 anos - e turmas que que já se conhecem a bastante tempo.
O material é mais específico : folhas coloridas A4, de várias cores , quanto mais variado melhor. Sugiro o Creative Papers - que aqui no Rio é comprado em qualquer papelaria e tem várias cores.
Leve a sua turma para um lugar com bastante espaço - a quadra ou o pátio - faça uma roda enorme com a turma toda. Distribua uma folha para cada aluno, certifique -se que não tem folhas de uma só cor .
Peça para os alunos segurarem a folha no comprido bem na pontinha, de modo que ela balance . Diga para balançarem e tirarem “música da folha” . Deixe-os tentarem.
Depois, fale para que os alunos amasse a sua folha, bem amassadinha. Peça, então , para desdobrar a folha . Deixe-os falar : “Puxa, primeiro amassa e depois desamassa ! ” “Que pena, a minha folha tava tão linda ! “
Agora, volte a pedir que tirem música da folha . Eles certamente não conseguirão . Fale como é ruim depois dos sentimentos amassados, você retirar coisas boas, como música. Mas sempre há um jeito de arrumar isso.
Fale para cada aluno fazer um “copinho” com uma das mãos. E vá pedindo para que devagar coloque a folha no copinho pelo meio, até arrumar a flor. Introduza a sua folha na mão do copo pelo centro com a ajuda da outra mão até que fiquem as partes de fora da folha, com se fossem as pétalas. Enrole o cabinho que está “dentro do copo / mão” e mostre a turma como se faz.
Depois, faça a turma trocar de flores . Dar para alguém que você magoou, dar para alguém que você quer conhecer melhor, dar para um amigo. Fale que todos devem trocar de flores.



"DINÂMICAS: RÓTULOS
Faixa etária: acima de 10 anos
Objetivo: Estimular e desenvolver a empatia e a aproximação interpessoal.
Participantes: 05 a 07
Preparação:
O educador deve confeccionar um conjunto de etiquetas gomadas para cada grupo. Essas etiquetas devem conter, com letras bem visíveis, as palavras: SOU SURDO(A) - GRITE / SOU PODEROSO(A) - RESPEITE / SOU ENGRAÇADO(A) - RIA / SOU SÁBIO(A) - ADMIRE / SOU PREPOTENTE - TENHA MEDO / SOU ANTIPÁTICO(A) - EVITE / SOU TÍMIDO(A) - AJUDE.

Desenvolvimento:
Formar grupos de 05 a 07 alunos e sugerir que, durante 04 (quatro) ou 05 (cinco) minutos, discutam um tema polêmico qualquer, proposto pelo educador.
Avise que, entretanto, na testa de cada um dos integrantes do grupo será colada uma etiqueta (rótulo) e que o conteúdo da mesma deve ser levado em conta nas discussões, sem que seu possuidor, entretanto, saiba o significado.
Com os rótulos nas testas, o grupo inicia a discussão que torna-se naturalmente inviável.
Ao final do tempo, solicitar que os alunos exponham suas conclusões que é, entretanto, impossível.
Após essa tentativa, os alunos devem retirar a etiqueta e debater as dificuldades que os muitos rótulos que recebemos impõem as relações mais profundas.
A estratégia permite aprofundar os problemas de comunicação e relacionamento impostos pelos estereótipos e pelos preconceitos.

Dica:

Antes que cada aluno retire sua etiqueta da testa, o educador pode perguntar a ele se sabe qual o rótulo que carrega."



DINÂMICA DA CAIXINHA – ORIGAMI

- Fazer leitura do texto abaixo.
- Dividir a turma em dois grupos.
- Distribuir um papel quadrado para cada pessoa do 1º grupo e um papel quadrado menor para o outro grupo.
- Explicar a dobradura, pedir para efeitar a caixa e escrever: “Coisas que me deixam feliz” .
- O primeiro grupo (tampa) deverá procurar no outro grupo as mesmas coisas que os deixam felizes. E tampar a caixa.
- Cada dupla deverá ler.



A caixinha de Deus

Tenho em minhas mãos duas caixas que Deus me deu para guardar.Ele disse: Coloque todas as suas tristezas na preta e todas as suas alegrias na dourada.
Eu entendi suas palavras e, nas duas caixas, tanto minhas alegrias quanto minhastristezas guardei.Mas, embora a dourada ficasse cada dia mais pesada, a preta continuava tão leve quanto antes.Curioso, abri a preta. Eu queria descobrir o porquê, e vi na base da caixa umburaco pelo qual minhas tristezas saiam.Mostrei o buraco a Deus e pensei alto:"Gostaria de saber onde minhastristezas podem estar..."Ele sorriu gentilmente para mim e disse:- Meu filho, elas estão aqui comigo!Perguntei:- Deus, por que deu-me as caixas? Por que a dourada inteira e a preta com o buraco?- Meu filho, a dourada é para você contar suas bênçãos... E a preta é para você deixarir embora suas mágoas e tristezas...Lembre-se sempre de guardar seus momentos mais felizes e deixar ir embora


DINÂMICA: Uma flor rara
- Ler o texto abaixo.
- Questionar sobre a família (livro: “Jovens Perguntam”)
- Fazer origami da flor e sugeri que a entregue a alguém da família dizendo o quanto ela é importante.

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida. O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo e a sua vida estava deficitária em algumas áreas. Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava dos filhos,se surgiam problemas, ela deixava de lado o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram sempre deixadas para depois. Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe deu um presente: uma flor muito cara e raríssima, da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo. E disse à ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina! Você terá apenas queregá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores. A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual. Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida, que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor. Ela chegava em casa,olhava a flor e as flores ainda estavam, lá, não mostravam sinal de fraqueza ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas. Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais nem menos, a flor morreu.Ela chegou em casa e levou um susto! Estava completamente morta, suas raízes estavam ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas. A jovem chorou muito, e contou a seu pai o que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te dar outra flor,porque não existe outra igual a essa, ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!
E você? Tem cuidado das bênçãos que Deus tem lhe dado? Lembre-se da flor, pois como ela são as bênçãos do Senhor: Ele nos dá, mas nós é que temos que cuidar delas.

6 comentários:

mauro guto pereira disse...

Gostei...vou aproveitar todos.
obrigada.

Anônimo disse...

Adorei muito rico de sabedoria e informações.

Anônimo disse...

Muito legal!! Vou utilizá-las nas minhas aulas!!

tamires disse...

muuito bom, parabéns, ameii todas!!!

Marisa de Morais Ramos disse...

Olá, prof Lana!
Gostei muito das sugestões e utilizarei algumas nas minhas aulas!
Abraço
Marisa

Marisa de Morais Ramos disse...

Ops Profª Lane!